Elis Regina - FASCINAÇÃO

sábado, 26 de outubro de 2013



POR QUE A DOR?

Às vezes a gente se sente mal, dói aqui ou ali... Será doença física ou espiritual?
Nós sabemos que nos é dado o direito de sermos felizes ou infelizes. Nós sabemos que criamos o nosso físico, a nossa forma de ser e que somos responsáveis por aquilo que decidimos. Nós sabemos quem somos e o que queremos ser. Sabemos ainda que temos um objetivo a alcançar em cada reencarnação e que precisamos estar atentos para consegui-lo.
Não é à toa que sofremos.
As dores da alma e do corpo são reminiscências dos nossos erros de alguma época (desta ou de outra vida). Por tudo que fazemos ou tentamos fazer, somos creditados. Esse crédito tanto pode ser positivo... ou negativo. Portanto, aí se encontram as nossas dores, os nossos desencontros, os nossos amores ou desamores.
Se nos dói a perna, a cabeça, o estômago... Que tal nos inquirirmos se vale a pena sentir a dor? Se ela é realmente nossa ou se estamos nos punindo ou nos deixando punir? Com certeza a dor não é nossa. Ela existe em consequência de algo. Ela vem para nos alertar (o que está errado comigo? O que tenho feito de errado?). Ela é parte da nossa consciência.
Todavia nós, seres em evolução, ainda estamos muito próximos do nosso próprio início e muito distantes da nossa meta. Somos assim ainda muito pequenos diante da imensidão que é a vida. E a nossa maior imperfeição é a pressa de crescer.
Então carregamos nessa pressa as imperfeições que deveríamos burilar, nos perdoando e perdoando àqueles que um dia nos feriram, nos magoaram e nos abandonaram...
E o perdão é a grande chave da saúde, da felicidade, da evolução. Ele é a própria caridade manifestada. A caridade cura todas as dores, todas as mágoas, todas as nossas infelicidades. Nenhuma doença resiste ao perdão, à caridade.
Um dia, a depender da nossa evolução, estaremos livres de todas as doenças, todos os sofrimentos. Não há porque duvidar da clemência de Deus, nosso Pai e Criador, que nos deu todas as oportunidades de aprender as lições. Haveremos, um dia, de ter a consciência de nos mirarmos verdadeiramente no espelho e imagem de Cristo, nosso irmão maior.
Assim, ungidos desse amor, caminharemos a passos mais largos em direção à luz, à fraternidade universal. Cresceremos em todos os sentidos do espírito, construindo para nós a felicidade eterna, a leveza, a alegria, a saúde, o conhecimento.
E sob a égide do Cristo, avançaremos na evolução, partindo para os mundos saudáveis e mais evoluídos.
Enquanto isso, resta-nos buscar a nossa reforma interior. Sem culpas. Sem cobranças. Sem angustia. Sem dores.
Vamos em frente. Sempre.
Com amor.
Com muito amor.


Luzmar oliveira

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